David traz a crise com a maturidade como tema central: os jovens atravessando a adultescência e os mais velhos chegando à terceira idade e se havendo com suas escolhas da vida adulta... O que estão colhendo, o que ainda podem desejar, o que de seus sonhos e ideais está sendo confrontado no novo mundo que vai se apresentando...
O conflito inicial por onde a série gira é a gravidez e a criação do filho que nasce da jovem Margô, vivida por Fanning. Bons argumentos são colocados, desde a sedução vivida com seu professor e a maneira como ele se desresponsabiliza da questão.
O moralismo também é confrontado quando a família do pai, que não assumiu a criança, se ofende com a maneira como a ela está sendo criada, uma temática muito interessante e bastante pertinente no Brasil, mas que não é aprofundada e vira mais um plot pelo qual a série passa sem se alongar.
Além das saídas e soluções positivas, os conflitos e fugas ganham destaque com temática de uso de drogas e tentativa de suicídio, que mais uma vez movimentam a série, mas a mantêm na rasidade.




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