Mas nem sempre a originalidade de argumentos e o rico apelo visual dão conta de uma narrativa, caso de A espuma dos dias, também comentado aqui e de seu filme mais recente, o infantil Maya, me dê um título.
A proposta é bastante simpática: Gondry dá vida a ideias de histórias de sua filha, Maya... Ela lhe dá um título e ele desenvolve a história com intervenções dela. O resultado tem momentos divertidos e singelos, mas em geral é simplório. Parece um excelente exercício familiar mas que não fosse Gondry mundialmente famoso talvez não fosse finalizado como um longa-metragem ganhando telas pelo mundo...
Podemos ter prazer em adentrar aquele ambiente intimista em suas criações e artes, mas suas histórias acabam não envolvendo tanto quanto poderiam.

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