A série explora muito bem situações do showbusiness, abordando principalmente a construção do humor: a ironia, a acidez, as críticas, o limiar com ofensas, preconceitos, moralismos...
E o que cativa nessa série nessa construção é a relação entre as protagonistas, que também se criticam, se ofendem, mas aprendem muito uma com a outra. Elas acabam se alimentando em suas trajetórias e vão criando uma afeição cheia de ambiguidades.
O público transita com elas, entre defesas e ataques, empatias e antipatias, torcidas contra e torcidas pró. Com isso acaba sendo seduzido menos por Hollywood e mais pela intimidade das personagens, por seus aspectos mundanos e cotidianos, não são as produções milionárias, os picos de audiência, os produtos em franquia, os prêmios e reconhecimentos, mas o desejo de amar e ser amada de Deborah e Ava.

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